A providência divina inclui até os pecados que os outros cometem contra nós.
Por duas vezes, pelo menos, a vida de José foi drasticamente mudada por força do ódio e da mentira de
outras pessoas. Primeiro, aos dezessete anos de idade, José foi atacado por seus irmãos e vendido
como escravo. Isso marcou radicalmente a sua história. Segundo, por resistir às investidas da “mulher
do chefe”, José foi preso, acusado de tentativa de estupro. Mais tarde, sabemos que a mão de Deus
estava por trás dessas duas conspirações.

É evidente que o fato desses pecados contribuírem com a
vontade e o propósito de Deus, não isenta da culpa aqueles que os provocaram. No entanto, é motivo
suficiente para nos livrar dos sentimentos de mágoa e ódio, que podem, muito facilmente, serem
abrigados em nosso coração (Ef 4.31; Hb 12.15).

Por duas vezes José reconheceu
que essa confiança era uma razão mais que suficiente para que ele perdoasse seus
irmãos (Gn 45.8; 50.20). José sabia que as ações protetoras de Deus também visa
vam preservar a vida daqueles que o traíram (Gn 45.7).
Portanto, a sua atitude deveria ser de cooperar com o
propósito que Deus tinha de salvar e proteger seus irmãos (Gn 50.21).

Marta Valéria Nascimento

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